quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Por que podemos celebrar o nascimento de Jesus em dezembro?

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.  (Isaías 9:6).

A data em que celebramos o nascimento de Jesus não deveria ser motivo de discórdia. Afinal, o que comemoramos no dia 25 de dezembro é o nascimento do Príncipe da paz, aquele que veio oferecer-se como Cordeiro para expiar os pecados da humanidade decaída, reconciliando o ser humano com seu o seu Criador. Porém, atualmente, há dois grupos que se posicionam contra essa celebração.
O primeiro diz que o mês de dezembro, por ser frio e chuvoso na Palestina, não permitiria que os pastores ficassem ao relento à noite guardando suas ovelhas, conforme relatou o evangelista Lucas 2:8-18.
O segundo, mais radical, diz que o natal é uma festa pagã, ligada às comemorações romanas do nascimento do “deus sol invencível”.
Acima de qualquer discussão, o Deus em que cremos e a quem servimos é atemporal. Antes da criação do primeiro ser humano, Ele já existia. Antes de qualquer mente adquirir a noção da passagem do tempo ou conceber calendários, Ele já reinava, soberano e absoluto, no universo.
Nós, cristãos do mundo inteiro, celebramos o Natal por ele representar o momento sublime no qual o Filho de Deus inseriu-se, humilde e poderosamente, na nossa história, e tornou-se como um de nós. A data de 25 de dezembro é um simples detalhe no amplo e múltiplo contexto dessa celebração.
Dentro do cenário do nascimento do Filho de Deus, que veio do céu para salvar a mim e a você, foram mobilizados uma estrela, sábios do Oriente, simples pastores do campo e anjos. Considerando a magnitude desse acontecimento, todo dia deveria ser celebrado como dia de Natal.
Afinal, todos os dias Jesus nasce no coração daqueles que o aceitam como Salvador.

                                                         Extraído: Revista Fiel
                                                                      Por:Pr.Silas Malafaia